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Última atualização: 12 de agosto de 2026
Por que isto existe
Quem já enviou um site para o AdSense e levou um “conteúdo insuficiente” conhece a sensação: a resposta não diz o quê. Sobra o ritual de conferir na mão, aba por aba, se há política de privacidade, se o ads.txt responde, se o sitemap existe, se o certificado está válido, se o domínio tem idade, se as páginas obrigatórias estão linkadas. É um trabalho repetitivo, chato e fácil de errar por desatenção.
O Useadops automatiza essa conferência. Você dá uma URL e ele inspeciona o que é publicamente verificável, marca o checklist sozinho e devolve uma nota com o que está pronto e o que falta.
O que ele analisa
- Infraestrutura — HTTPS e validade do certificado, idade do domínio (WHOIS), domínio próprio.
- Indexação — presença e alcance do sitemap, contagem de URLs, conteúdo duplicado,
ads.txt. - Páginas obrigatórias — privacidade, termos, sobre e contato, detectadas nos links da home e completadas pelos slugs do sitemap.
- Conteúdo — volume de posts, tamanho dos textos, data e autor visíveis, imagens repetidas, sinais de SEO.
- Stack — CMS, CMP/consentimento, Google Analytics, Search Console e redes de anúncio já ativas.
- Elementos a evitar — pop-under, pedido de clique no anúncio e escassez falsa.
- Desempenho — nota da PageSpeed Insights, sob demanda.
A regra da casa: nunca mentir por conveniência
A ferramenta trabalha em três estados, não em dois. Verde é “verificado e presente”. Vermelho é “verificado e ausente”. Cinza é “não deu para verificar” — e cinza não entra na nota, nem para somar, nem para punir.
Isso é deliberado. A inspeção lê o HTML que o servidor entrega; se um site injeta o rodapé por JavaScript, os links institucionais não aparecem ali. Marcar vermelho nesse caso seria dizer a um publisher que ele está irregular quando não está — e ele iria “consertar” algo que já funciona. Por isso os detectores devolvem neutro em vez de chutar, e alguns, como “Versão Multilíngue” e “Search Console”, só sabem dizer sim: a ausência de prova não é prova de ausência.
Pelo mesmo motivo, os três “Elementos a Evitar” usam limiares conservadores: uma única frase de urgência é copywriting normal, não escassez falsa. Um alarme falso aqui custaria mais caro ao publisher do que o silêncio.
Como funciona por dentro
É uma aplicação React com Vite e TypeScript que roda inteira no seu navegador. A mesma lógica de detecção e pontuação alimenta a interface, a auditoria em lote e a API — as três precisam dar o mesmo número para o mesmo site, e isso é um objetivo de projeto, não um acaso.
Não guardamos suas auditorias: o histórico fica no localStorage do seu dispositivo. Os detalhes estão na Política de Privacidade.
Quem mantém
O Useadops é operado pela JOIN ADS e foi criado por Thiago Siena, desenvolvedor com atuação em operações de mídia e monetização de publishers. O código é proprietário; o que está aberto é o critério — cada item do checklist diz o que checou e por quê.
A ferramenta é gratuita e sem cadastro, e continua assim. Existe também uma área restrita, de uso interno da equipe, para a operação de auditorias em volume — ela não muda nada para quem usa o site: nenhum recurso público passou a exigir login.
Encontrou uma detecção errada? Isso é um bug e queremos saber — fale pela página de Contato. Um falso positivo em ferramenta de auditoria é o pior tipo de defeito, porque o usuário confia nele.